Pensar Enlouquece. Pense Nisto.



Drops

Clique na imagem e envie a foto de Sergio Fonseca como webcard para um amigo.

- Será que Deus apiedar-se-ia de minha alma se eu me regenerasse de vez?
- Depois dessa mesóclise, provavelmente não.

* * * * *

- Amor, perceba: foi apenas uma foda. Com você, eu faço amor. E isso faz toda a diferença.
- Diferença é o que você vai ver na sua conta bancária, depois da pensão que vou cobrar na Justiça depois do divórcio!

* * * * *

Quem diria. Depois de tanto tempo, você ainda é a mulher mais linda de todo o universo. Eu ainda me lembro de quando éramos namoradinhos de infância e andávamos de mãos dadas, os braços balançando como se fossem pêndulos de um relógio de parede. Será que você ainda se lembra de que brincávamos de esconde-esconde com a lua, e ríamos ao perceber que ela sempre nos encontrava? Sim, mocinha, você ainda tem o poder de mesmerizar meus sentidos. Mas agora você é casada, eu também, a vida nos separou e eu não quero lembrar dos porquês, agora sou feliz com minha esposa e meus três filhos, e eu jamais terei a coragem de dizer que em meu mundo nostálgico de céu azul e lembranças edulcoradas você ainda usa marias-chiquinhas, tem aparelho nos dentes e será para sempre a mulher da minha vida.

* * * * *

- Eu sou um babaca, eu sei, nem precisa me falar.
- ...
- Sei lá, acho que ainda sou muito imaturo pra mergulhar de cabeça num relacionamento.
- ...
- E, pôxa, você merece alguém muito melhor do que eu.
- ...
- Eu só espero que você possa pensar em mim com carinho.
- Olha Carlos, se você me prometer que vai calar a boca, enfiar esses teus clichês de fim de relacionamento no meio do seu cu, sair desta casa neste exato momento e nunca mais olhar para trás, talvez eu possa apenas te mandar à merda em vez de desejar que uma manada de elefantes sapateie em cima do teu saco. Porra, você consegue me deixar mais desbocada que filme brasileiro!

* * * * *

- Depois dessa, fiquei com a consciência pesada.
- Nem me fale. Se você conhecer um endocrinologista para a alma, me avise.

* * * * *

Créditos finais: escrevi os textos acima ins-pirado no formato de Crônicas de Quase Amor, livro de Fabia Vitiello que recomendo enfaticamente (clique aqui para adquiri-lo), o primeiro de uma série de aquisições literárias que fiz por conta do meu 13. salário. As nuvens foram clicadas por Sergio Fonseca (que além de fotógrafo também é escriba de mão cheia), e o gif animado ao lado é de cumpadi Matusalém Matusca.

Escrito por Inagaki às 07h23
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Então é Nataaaaal

Antes de mais nada, uma pergunta para os leitores fora de São Paulo: é verdade que são só os paulistas que chamam amigo oculto de amigo secreto?

Pois bem, taí uma instituição natalina que não consigo entender. Qual é a lógica de participar de uma brincadeira na qual você não raramente sorteia um colega que mal conhece? Não seria muito mais bacana e prazeroso dar presentes a alguém que você genuinamente aprecia, em vez de se arriscar a ter de agradar algum desafeto? E isso para não falar nas ocorrências em que os participantes sondam os demais para descobrir quem sorteou quem, a fim de trocar os nomes de seus camaradas nem um pouco secretos.

Outra: por que participar de amigo secreto com lista de presentes? Isso não tira toda a espontaneidade da coisa? Há quem diga que esse procedimento serve para que ninguém fique frustrado com o mimo que ganhar; balela. Na última vez em que cometi o despautério de entrar em um organizado no trabalho, escrevi na lista que gostaria de ganhar um CD do Fab Four. Pois bem, fui presenteado com um singelo "Orquestra Tabajara Interpreta The Beatles", com versões mais toscas que a cover de "Happy Xmas (War is Over)" na qual Simone assassinou John Lennon pela segunda vez.

Amigos secretos com limitação de preço para os presentes são complicados (o que vai ter de incauto ganhando CD pirata...). E as tais trocas de mensagens anônimas entre os participantes não raramente acabam em barafunda (já testemunhei de tudo, desde admirador que aproveitou a ocasião para escrever bilhetes depravados que fariam o Marquês de Sade corar, até "amiguinhas" que desaguaram toda a sua encalacrada rivalidade em notas com fofocas sobre transas no banheiro com o chefe ou delações das colegas que empesteavam o lixo do banheiro feminino com absorventes ensangüentados).

Não me entendam mal: tirando os mercantilismos e as hipocrisias peculiares da época, eu gosto do Natal. Eu até participaria de bom grado de um amigo secreto, desde que conhecesse todos os participantes (não sou desses caras que simulam estar imbuídos pelo espírito natalino e fingem intimidade com qualquer um que aparece pela frente). Mas enfim, minha implicância com brincadeiras de amigo secreto talvez seja originária dos traumas fomentados toda vez que participei de um. A primeira ninguém esquece: foi na época em que eu estudava no Colégio Raio de Sol, e eu devia ter lá meus tenros 10 ou 11 anos de idade. Presenteei a Priscila com uma mochila do Snoopy, e em troca ganhei do Fábio uma caixa com 12 lápis de cor da Faber-Castell. Pfuf...

(ilustração de Délia, publicada originalmente no blog Bocejos)

Escrito por Inagaki às 03h19
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Meninos eu vi

Simplesmente Amor

Existem dias em que você precisa desencanar das buzinas que ressoam em seu ouvido no meio do trânsito, do colega de trabalho que por algum motivo misterioso acha que você está interessado no problema de próstata do tio dela e lhe dá mais informações do que você gostaria de saber, da conta bancária que, feito o Pólo Norte, vive abaixo de zero... Enfim, você entendeu. Nesses dias, você vai ao cinema como quem mergulha em uma piscina num dia de calor senegalês, simplesmente porque merece curtir seu quinhão de ócio despreocupado e precisa sentir-se melhor em um mundo que não lhe dá tréguas ultimamente.

Pois bem, o que você precisa é de uma boa dose de "cinemão tarja preta": ou seja, aquele tipo de filme que faz você sair do cinema anestesiado, como se tivesse injetado Prozac na veia, sonhando com um mundo mais amoroso e beijos escandalosos em meio ao público, com pessoas batendo palmas à sua volta como numa daquelas comédias da Meg Ryan. Só que, em vez de Ms. Ryan, o filme em questão possui em seu elenco quase todos os atores britânicos conhecidos (e isso porque não arranjaram papéis para Judi Dench, Kenneth Branagh e Sean Connery).

Simplesmente Amor é a estréia na direção de Richard Curtis, roteirista de todas as comédias românticas inglesas bem sucedidas dos últimos tempos (Quatro Casamentos e um Funeral, Um Lugar Chamado Notting Hill, O Diário de Bridget Jones). Forjado pela escola de roteiristas da BBC e calejado pelo sucesso de suas obras anteriores, Curtis cercou-se de um elenco repleto de estrelas e cunhou um roteiro que entremeia oito ou nove histórias de amor em meio a gags que quase sempre funcionam. De quebra, embrulhou tudo em uma trilha sonora que reúne diversas pepitas pop, arrematando com a obra-prima God Only Knows, dos Beach Boys. Tinha como dar errado? As salas de cinema lotadas no mundo inteiro provam que não.

Simplesmente Amor é um filme que deve ser desfrutado deixando-se o senso crítico de lado. Não ligue para as situações inverossímeis, apenas mergulhe em um mundo paralelo em que é possível a um inglês aprender o idioma português em apenas uma semana, ou no qual um primeiro-ministro inglês resolve ignorar décadas de subserviência britânica aos interesses dos Estados Unidos tão somente porque o presidente norte-americano assediou a funcionária por quem está secretamente apaixonado. O filme de Richard Curtis está aí para nos lembrar que tudo que necessitamos é de Amor, e frente a isso os cânones que movem o universo são totalmente reconstruídos. Reitero meu conselho: não cobre realismo. Simplesmente permita-se sair do cinema com um sorriso nos lábios. :)

Para encerrar, uma curiosidade inútil: a piada em que o garçom chavequeiro fala mal da comida do bufê do casamento é reciclagem de uma gag que Curtis havia criado para o roteiro original de Quatro Casamentos e um Funeral que não havia sido aproveitada por mera falta de contexto no filme (só quem possui em casa o livro que a Editora Rocco publicou com o script original sabe disso). Cinema, assim como em toda arte contemporânea, vive disso: uma constante reciclagem de idéias.

* * * * *

As Invasões Bárbaras

Ao contrário de Simplesmente Amor, Invasões Bárbaras, filme franco-canadense dirigido e roteirizado por Denys Arcand, é voltado a platéias mais restritas. É uma obra típica para exibição nos Espaços Unibancos e Mostras de Cinema da vida: pretensiosamente artística, discorre sobre o inefável tema da morte, e a partir desse pressuposto aborda outros assuntos como conflito de gerações, o soçobramento das utopias comunistas e a correspondente crise da intelectualidade a partir dessa crise ideológica. No entanto, ao fim da sessão, pessoas saem dos cinemas com olhos marejados, exatamente como em Simplesmente Amor. E o fato é o seguinte: As Invasões Bárbaras, a despeito do seu verniz intelectual, não passa de mais uma obra destinada a arrebatar platéias.

Muito longe de ser uma obra-prima, é um filme extremamente conservador e conformista, que narra, basicamente, as últimas semanas de vida de um professor universitário que sofre de um câncer terminal. Amedrontado diante da proximidade da morte, olha para trás e constata o fracasso de seus ideais socialistas, ao mesmo em que aceita o amparo financeiro de um filho com quem nunca se deu bem: um yuppie que ganha dinheiro especulando com commodities, a personificação do capitalismo que sempre combateu.

Bobviamente pai e filho acabarão por se reconciliar no final, com direito a cenas proibidas para diabéticos. Nesse ínterim, veremos o bom garoto especulador subornando o sindicato dos funcionários da instituição médica no qual seu pai está internado, custodiar melhorias exclusivas para seu leito hospitalar (e os outros pacientes que se virem com o sistema público de saúde) e ainda financiar a heroína que dopará seu velho a fim de poupá-lo das dores da morte (afinal de contas, dinheiro não é problema: é solução).

Você pode (deve) me perguntar: oras, mas o que há de tão diferente entre Simplesmente Amor e As Invasões Bárbaras, que faz com que você releve o universo edulcorado pelo primeiro, enquanto mostra certa indignação com as situações retratadas pelo segundo? Simples: enquanto o filme de Richard Curtis é explicitamente uma obra de entretenimento (com piadas notadamente burlescas, vide as seqüências do inglês metido a Don Juan nos EUA), o segundo almeja ser um retrato artisticamente realista do quadro ideológico contemporâneo. Entretanto, por trás de seu roteiro bem ajambrado, o filme de Arcand traça um quadro assustador de conformidade com o individualismo de nossos dias: enquanto o sonhador comunista aguarda pela morte dopado o tempo inteiro, o capitalista bem-sucedido observa com complacência as idiossincrasias "bestas" do pai, enquanto resolve quaisqueem que é possível a um inglês aprender o idioma português em apenas uma semana, ou no qual um primeiro-ministro inglês resolve ignorar décadas de subserviência britânica aos interesses dos Estados Unidos tão somente porque o presidente norte-americano assediou a funcionária por quem está secretamente apaixonado. O filme de Richard Curtis está aí para nos lembrar que tudo que necessitamos é de Amor, e frente a isso os cânones que movem o universo são totalmente reconstruídos. Reitero meu conselho: não cobre realismo. Simplesmente permita-se sair do cinema com um sorriso nos lábios. :)

Para encerrar, uma curiosidade inútil: a piada em que o garçom chavequeiro fala mal da comida do bufê do casamento é reciclagem de uma gag que Curtis havia criado para o roteiro original de Quatro Casamentos e um Funeral que não havia sido aproveitada por mera falta de contexto no filme (só quem possui em casa o livro que a Editora Rocco publicou com o script original sabe disso). Cinema, assim como em toda arte contemporânea, vive disso: uma constante reciclagem de idéias.

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As Invasões Bárbaras

Ao contrário de Simplesmente Amor, Invasões Bárbaras, filme franco-canadense dirigido e roteirizado por Denys Arcand, é voltado a platéias mais restritas. É uma obra típica para exibição nos Espaços Unibancos e Mostras de Cinema da vida: pretensiosamente artística, discorre sobre o inefável tema da morte, e a partir desse pressuposto aborda outros assuntos como conflito de gerações, o soçobramento das utopias c

Escrito por Inagaki às 23h12
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Rápidas rasteiras

- Stálin não morreu, encarnou no Zé Dirceu!
- Genoíno é um bom companheiro, ninguém pode negar, senão vai expulsar!

Gritos de guerra de MILITANTES DO PT, em manifestação contrária à expulsão do partido da senadora Heloísa Helena (AL) e dos deputados Luciana Genro (RS), Babá (PA) e João Fontes (SE), que votaram contra a reforma da Previdência defendida pelo governo Lula. De nada adiantaram os protestos: a ala dos "radicais" foi expulsa do PT. Sobre a senadora alagoana, faço uma recomendação especial: a leitura da crônica Heloísa de Tróia, de Paulo Polzonoff Jr.

* * * * *

- Senhoras e senhores, nós o pegamos!

PAUL BREMER, administrador americano no Iraque, ao anunciar a captura de Saddam Hussein, o homem mais procurado no mundo depois de Osama Bin Laden e Wally. Após a prisão do ex-ditador, tevês do mundo inteiro deleitaram-se ao exibir as imagens de seu exame médico, descrevendo como seus dentes estavam podres e seus cabelos, repletos de piolhos. Aguardem as cenas dos próximos capítulos: a eminente reeleição de Bush Jr. entremeada pela veiculação de tapes "inéditos" com a suposta voz de Osama Bin Laden veiculados através da Al Jazzera.

* * * * *

- Eu não sou essa bonequinha, essa santinha que vive num mundo cor-de-rosa e prega a virgindade. Nunca preguei virgindade, entendeu? Nunca fiz nada com a intenção de ser exemplo.

- Nos últimos cinco anos tive quatro namorados e fiquei solteira por apenas seis meses. Posso dizer que tive várias oportunidades de fazer o que quis. Conheço os métodos anticoncepcionais e nunca fiz nenhuma loucura. Se eu transei e com quem é coisa que nem a minha mãe sabe. Cada um que pense o que quiser.

Algumas das declarações da cantora SANDY dadas em entrevista à revista Isto É concedida à repórter Sara Duarte, em um claro movimento de redefinição da sua persona pública. De resto, mais uma reedição de um clichê surrado da cultura pop: a mulher pueril que "descobre sua sensualidade". Como nos casos de Britney Spears (ex-garota do "Clube do Mickey", assim como Christina Aguilera), Angélica, Simony (ex-Turma do Balão Mágico), Wanessa Camargo, Meg Ryan (que aparece nua em In The Cut, filme ainda inédito no Brasil), Julie Andrews (a eterna Noviça Rebelde, que exibiu os seios em S.O.B., de 1981), Regina Duarte (ex-"namoradinha do Brasil", que chocou muitos fãs ao protagonizar cenas de sexo em Além da Paixão, de 1985), Drew Barrymore (que ainda era mais conhecida como a garotinha do filme "E.T." antes de posar para a Playboy em 1995)...

Escrito por Inagaki às 23h40
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Dia da Publicação de Textos sobre Cinema

Há exatamente um ano decretei, sem qualquer motivo especial, que 11 de dezembro seria para mim o Dia da Publicação de Posts Sobre a Sétima Arte. Repito, pois, a dose em 2003, e inicio a série de textos com um poema publicado originalmente no Spam Zine edição 013. Acomodem-se nas poltronas, tragam seus sacos de pipoca, desliguem celulares e... bom divertimento.

* * * * *

prendam os suspeitos de sempre

Isabelle Adjani em A História de Adele H, de François Truffaut

os olhos azuis de adele h. brilham na noite negra,
ela sempre aguardará por seu amado com lúcida e serena loucura.
- o amor é a mais negra das pestes, mas ninguém morre de amor, e quase sempre passa.

susan alexander kane grita para que forrest gump cale a boca.
norman bates observa deliciado a filha-neta de noah cross.
kowalski acelera seu dodge challenger em direção à luz perdida.
as luvas de gilda ainda evocam seu sexo doce e receptivo.
travis bickle sorri ao sentir o cheiro de napalm no ar.
blanche dubois sempre dependerá da bondade de estranhos.
michael corleone assobia melancólico a canção de nino rota.
norma desmond observa a tudo com olhos boquiabertos.
numa estrada empoeirada john huston orienta o seu elenco:
montgomery clift e clark gable entreolham-se cansados sem ner). "Olhou, levou!".

Escrito por Inagaki às 22h08
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