Pensar Enlouquece. Pense Nisto.



Vasculhando arquivos

Semana passada recebi um e-mail muito bacana da Patrícia, uma leitora de Belo Horizonte, que cita um antigo texto que publiquei em meu primeiro e abandonado site. Nele, digo o seguinte:

Quando você é criança, pensa que poderá fazer de tudo: ser astro de cinema, cientista maluco, cantor das multidões, líder revolucionário. Tudo seria mera questão de tempo, e assim alimentávamos utopias enquanto esperávamos o sono chegar, fingindo, para nossos pais, que já estávamos dormindo.

Crescer é um processo no qual pouco a pouco vamos nos desvencilhando desses sonhos, acuados pelos espinhos do tal mundo adulto. Tornamo-nos "maduros", "responsáveis", e assim vamos largando planos pelo caminho. O grande perigo é o de acabarmos nos concentrando em apenas um: como arranjar dinheiro para pagar as contas.

Ainda não cheguei a tal ponto trágico, já que ainda almejo trabalhar com algo relacionado com o que mais aprecio fazer, que é escrever. Enquanto isso, vou mantendo os pés no chão trabalhando como caixa de banco, enquanto miro as estrelas lá no céu.
Hoje, quatro anos após ter redigido essas linhas, ainda me identifico com o que escrevi. Mudei de emprego, mas continuo trabalhando em um banco. Minhas contmarelinha. Brinquei de pega-pega, passa-anel e esconde-esconde, e joguei bafo com as figurinhas do Paulistinha, que trocava por notas fiscais. Mas as coisas que realmente marcaram meus "anos incríveis" foram Atari, cubo mágico, Aquaplay e Merlin.

Quando estudei geografia no primário, conheci países como a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas. Passei uma noite inteira acordado depois que assisti a "The Day After". Desconhecia refrigerantes com tampinha de rosca. Meu vocabulário incluía palavras como "vitrola". Havia um televisor Telefunken P&B aqui em casa que, quando desligado, permanecia com um ponto branco brilhando no meio do monitor por uns 15 segundos. Controle remoto era um cabo de vassoura. O primeiro computador que tivemos foi um TK-85, cujos programas eram gravados em fitas-cassete. Todos os meus avós estavam vivos.A releitura dessa crônica me fez lembrar de um antigo projeto que cheguei a acalentar com meu ex-colega de Cásper Líbero André Rosa de Oliveira, melhor conhecido na blogosfera tupiniquim pelo seu apelido: Marmota. Seria a criação da "Página Oficial dos Anos 80" (nome modesto, não?). Na época, meados de 1997, era um projeto inédito na Internet brasileira. Contudo, por um e outro motivo, o site não foi pra frente. Diria Charlie Brown: "que puxa!".

Para essa página natimorta, redigi uma abertura que posteriormente virou spam, tendo sido reproduzido em diversos lugares por aí. Trata-se do texto publicado logo abaixo.

Escrito por Inagaki às 00h48
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Mocidade Independente

A famosa foto da capa do Jornal da Tarde, quando da eliminação do Brasil na Copa de 82. Foto de Reginaldo Manente.E eu sou do tempo do big mac em embalagem de isopor videocassete betamax rock in rio muro de berlim descia do ônibus pela porta da frente ouvindo no walkman cinema a dois eletrodomésticos degradée finis africae vinícius cantuária zero kiko zambianchi detrito federal mercenárias telex sempre livre neusinha brizola grafitti eduardo dusek obina shock plebe rude léo jaime chorei com a tragédia de sarriá a morte do tancredo usei o bottom de fiscal do sarney vi a explosão da challenger o casamento do século de charles e diana as lágrimas do misha meninas colecionavam pôsteres do menudo compravam discos do balão mágico e trem da alegria tempos em que ainda não havia cd-players crack internet celulares mtv refrigerantes em tampinhas de rosca jogava missile command hero river raid enduro seaquest space invaders arrebentei joysticks com o decathlon no meu atari 2600 tive genius merlin cubo mágico trunfo telejogo aprendi basic no tx-85 gravava os programas em fitas cassete no gravador a pilha depois veio o msx o 386 e jogava larry prince of persia space quest acompanhava meu pai no cooper datilograva meus trabalhos na olivetti imbecis chamavam a aids de câncer gay assistia a filme dos trapalhões no cinema e havia planeta dos homens clip clip guerra dos sexos roque santeiro armação ilimitada sala especial globo de ouro shock globo cor especial a zebrinha do fantástico e o certificado de censura antes de cada programa na tv dançavam break e usavam gel colorido nos cabelos roupas quadriculadas blazers roxos e laranjas tínhamos carteiras emborrachadas da op mochilas da company relógios champion eu não sabia o que prestar no vestibular e o que ser quando crescer aliás ainda não sei víamos sobral pinto osmar santos teotônio vilela nos comícios pelas diretas e cantávamos o hino nacional beat it bete balanço você não soube me amar boys don't cry louras geladas relax música urbana ask sunday bloody sunday tempo perdido como eu quero mas nada tanto assim.

Escrito por Inagaki às 00h46
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Clipping

Valdinei Sabino de Silva, 25, garçom, esteve preso do dia 19 de agosto até a tarde de hoje. A justificativa? Uma testemunha que o teria reconhecido na cena do crime, o assassinato do empresário José Nelson Schincariol na cidade de Itu, SP. No dia 2 de setembro, policiais do DEIC prenderam quatro homens, que confessaram o delito: Schincariol foi morto porque reagiu a uma tentativa de assalto. Mesmo após a comprovação de que Valdinei nada tinha a ver com o homicídio, sua libertação só ocorreu dois dias depois, devido a trâmites burocráticos. Em entrevista à Folha de S. Paulo, Lourdes Marques de Silva, 56, pensionista, descreve como foi o momento da prisão de seu filho inocente: "Cerca de 15 homens entraram em minha casa. A bagunça foi total. Eu não sabia o que estava acontecendo. Não apresentaram nenhum papel. Os palavrões eram muitos. Reviraram tudo. Furaram o sofá procurando arma. Foi um clima de guerra".

Valdinei Sabino de Silva, 25, brasileiro, passou 16 dias na cadeia apesar de não ter sido encontrada nenhuma prova ou impressão digital que o ligasse ao crime. 16 dias na cadeia. É inocente.

* * *

Gustavo Kuerten é o alvo atual das cobranças da torcida brasileira, que, mal-acostumada com seus três títulos em Roland Garros, palpita inúmeras razões para a queda de seu rendimento, razão de sua recente eliminação na primeira rodada do US Open. Uns defendem a troca do seu técnico, outros acham que Guga deve treinar mais, há quem acredite que ele deva tirar férias por alguns meses, e muitos dizem que é uma mera questão de acomodação do tenista catarinense. Haja disposição para carregar a farda de ser um ídolo brasileiro...

Juca Kfouri, colunista do jornal esportivo Lance!, aponta as razões da queda de Guga. Guilherme, irmão mais novo do tenista, sofre de uma doença degenerativa, e nas últimas semanas teve seu estado de saúde agravado por fortes crises. Além disso os filhos gêmeos de Rafael, irmão mais velho de Kuerten, nasceram com problemas cerebrais. Como se não bastassem esses problemas familiares, Guga ainda amarga a excessiva cobrança que mídia e público fazem em cima de seus resultados. Torço para que o brasileiro siga o exemplo de Andre Agassi, atleta excepcional que chegou a despencar para a 141ª posição do ranking mundial em 1997 e se recuperou, passando por cima de duros baques pessoais, como a descoberta de que sua mãe e irmã sofriam de câncer de mama, em 2000.

* * *

Clique aqui para conferir outra entrevista com a inacreditável Gizele Silveira.A esta altura do campeonato, poucos são os internautas que ainda não conhecem Gizele Silveira, a adolescente capixaba que ganhou notoriedade na Web ao gravar covers de Madonna em inacreditáveis versões pra lá de literais ("Papa Don't Preach" virou "Papai Não Brigue Não" e "Material Girl", "Garota Materialista"). Em post que publiquei no Virunduns sobre a mocinha, os comentários se dividiram entre perplexidade, choque e deleite com a voz esganiçada e os arranjos tosquíssimos de teclado de churrascaria das regravações de Gizele, que tinha 13 anos quando gravou o CD "Em Busca da Vitória".

Tanta repercussão virtual não poderia passar batida. A edição de hoje do Jornal da Tarde traz entrevista com nossa Ciccione tupiniquim, que admite: "Aquele trabalho não é nada bom, minha voz estava mudando. Sem contar que eu era só uma criança e não tinha noção de muita coisa". Hoje, aos 18 anos, Gizele cresceu e apareceu. Após estudar música e fazer um curso de teatro, pensa em gravar um novo álbum. Minhas sugestões para seu próximo trabalho: "Justifique Meu Amor", "Este Costumava Ser Meu Playground", "Mais Profundo e Mais Profundo" e "Torta Americana".

Escrito por Inagaki às 22h11
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Teorias Maionésicas do Mundo Pop

A Internet, a despeito de se assemelhar cada vez mais a um horrendo shopping virtual infestado de pop-ups, me faz lembrar daquele comercial antigo de desodorante: sempre cabe mais um com Rexona. E digo isso porque encontra-se de tudo Web afora. Quanto mais se fuça, mais se encontra páginas bizarras. Alguns exemplos: uma página de ór.com.br/calvingororoba.gif">
Sim, um dia eu já fui como o Calvin (depois me regenerei e hoje como de tudo, exceto pudim de jiló e refogado de chuchu). Mas o que eu gostaria de destacar é o site no qual encontrei esse e outros ótimos gifs baseados nas criações de
Bill Watterson, e do qual me lembrei após ter revisto uma dessas pequenas jóias animadas no blog do Jean Boechat. O site está fora do ar, mas felizmente ainda pode ser acessado graças ao Internet Archive. Não sei se os gifs animados foram criados pela autora do site, Cristiane. Mesmo assim devo-lhe um agradecimento, por ter disponibilizado desenhos tão bacanas. :)

Escrito por Inagaki às 16h57
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Silly Love Songs *

Que amar emburrece, isto é fato líquido e certo. Noites de insônia, olhares perdidos e abobados dirigidos a lugar algum e crises de choro a cada reprise de As Pontes de Madison são apenas alguns dos efeitos colaterais mais perceptíveis. Mas há muitos outros. Andar com um sorriso bobão e feliz no rosto, de mãos dadas e com os braços balançando pra lá e pra cá. Acompanhá-lo no futebol em frente à TV, mesmo que o jogo seja entre Friburguense e XV de Jaú. Elogiar o pavê de jaca da sogrinha. Ah, os estranhos desígnios da paixão.

Amar, mais do que nunca, é um ato de coragem. Porque estes são tempos em que "in" é ter sempre um certo ar blasé estudado ("não esquecer de arquear as sobrancelhas, citar Russell e Vidal"), com um quê de cinismo e outro de ceticismo. Ter sempre uma tirada corrosiva na ponta da língua, e manter as emoções sempre sob rígido controle. Apelidos carinhosos como "Mozinho" ou "Free Willy" em absoluto sigilo. Evitar beijos-desentupidor-de-pia em público. NUNCA, NEVER, JAMAIS, NECAS DE PITIBIRIBA confessar que pediu no Dia dos Namorados aquele CD do Kenny G.

Ah meus caros, não tem jeito: amar é brega, é piegas, é meloso e é bom pra dedéu. Como bem disse Paul McCartney, nada como "silly love songs" para descreverem as estranhas e maravilhosas sensações que nos acometem quando somos pegos pela arapuca da paixão. Um exemplo: poucas vezes vi uma descrição tão exata como nos versos cantados por Carmen Silva -

O amor é um bichinho
Que rói rói rói
Rói o coração da gente
E dói dói dói.


Sim, dói. Mas é demais de bão. =^)

* O texto acima é um trecho do editorial que escrevi originalmente para a edição especial de Dia dos Namorados do Spam Zine, mailzine que criei junto com meu camarada de Curitiba Ricardo Sabbag. A propósito, se você nunca ouviu falar no Spam Zine recomendo fortemente uma visita ao nosso site, que andei atualizando por estes dias.

Escrito por Inagaki às 00h52
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Silly Love Songs *

Que amar emburrece, isto é fato líquido e certo. Noites de insônia, olhares perdidos e abobados dirigidos a lugar algum e crises de choro a cada reprise de As Pontes de Madison são apenas alguns dos efeitos colaterais mais perceptíveis. Mas há muitos outros. Andar com um sorriso bobão e feliz no rosto, de mãos dadas e com os braços balançando pra lá e pra cá. Acompanhá-lo no futebol em frente à TV, mesmo que o jogo seja entre Friburguense e XV de Jaú. Elogiar o pavê de jaca da sogrinha. Ah, os estranhos desígnios da paixão.

Amar, mais do que nunca, é um ato de coragem. Porque estes são tempos em que "in" é ter sempre um certo ar blasé estudado ("não esquecer de arquear as sobrancelhas, citar Russell e Vidal"), com um quê de cinismo e outro de ceticismo. Ter sempre uma tirada corrosiva na ponta da língua, e manter as emoções sempre sob rígido controle. Apelidos carinhosos como "Mozinho" ou "Free Willy" em absoluto sigilo. Evitar beijos-desentupidor-de-pia em público. NUNCA, NEVER, JAMAIS, NECAS DE PITIBIRIBA confessar que pediu no Dia dos Namorados aquele CD do Kenny G.

Ah meus caros, não tem jeito: amar é brega, é piegas, é meloso e é bom pra dedéu. Como bem disse Paul McCartney, nada como "silly love songs" para descreverem as estranhas e maravilhosas sensações que nos acometem quando somos pegos pela arapuca da paixão. Um exemplo: poucas vezes vi uma descrição tão exata como nos versos cantados por Carmen Silva -

O amor é um bichinho
Que rói rói rói
Rói o coração da gente
E dói dói dói.


Sim, dói. Mas é demais de bão. =^)

* O texto acima é um trecho do editorial que escrevi originalmente para a edição especial de Dia dos Namorados do Spam Zine, mailzine que criei junto com meu camarada de Curitiba Ricadio à Fanta Uva, um gringo que aluga espaço publicitário em seu peito e lojas que vendem artigos como "autênticos" bonecos vudu, caixões ecológicos, vaginas de pelúcia e filtros anti-flatulências.

Por ser uma infinita folha em branco, a Web aceita de tudo. É o terreno ideal, pois, para a disseminação das mais disparatadas teses: basta uma pitada generosa de imaginação, outra de paranóia (a la Oliver Stone) ou sarcasmo, e mais um tanto de ócio para que o mundo veja surgir teorias germinadas no imaginativo mundo da Maionegg's.

Quem nunca ouviu falar, por exemplo, nos "estudiosos" que jogam seus dias fora ouvindo discos de trás pra frente na busca de louvações ocultas ao demo? Alguns exemplos já "clássicos" podem ser encontrados neste site, como o tal trecho em que a Turma do Balão Mágico, se invertida a rotação da música "Superfantástico", cantaria: "Porque já morremos... porque já morremos...". Xuxa, Claudinho & Buchecha e Raul Seixas são apontados como outros exemplos de adoradores de Louis Cypher. Eu, hein?

Fantástica também é a história da suposta morte de Paul McCartney. Segundo a lenda, o autor de "Yesterday" teria sido decapitado (!!!) em um acidente de automóvel em novembro de 1966. Inconformada com a morte de um Beatle no auge do sucesso do grupo, a gravadora dos Fab Four resolveu contratar um sósia (descobriram até o nome dele: Billy Shears) para assumir o lugar de Paul. Os demais Beatles, obrigados a aceitar a armação a contragosto, resolveram então deixar uma série de pistas nas capas, encartes e músicas "denunciando" o fato (confira algumas delas aqui, aqui e aqui).

Mas o que mais me espantou, ao pesquisar essa história, foi a riqueza de detalhes que os teóricos da conspiração encontraram para corroborar suas teorias. Vejam a foto ao lado, por exemplo, que exibe a imagem surgida se você colocar um espelho no centro da bateria da capa de Sgt. Peppers Lonely Hearts Club Band. O reflexo, combinado com a foto, permite a leitura da frase "1 ONE 1 X HE ^ DIE". Sua interpretação: 1 mais ONE mais 1 é igual a três, e se refere ao número de Beatles remanescentes. O "X" é uma citação àquele que teria batido as botas. E a seta, que aparece no meio das palavras "HE" e "DIE", aponta, por uma incrível coincidência (ou não?), para a foto de Paul. Depois dessa, pergunto: quem foi o maluco que teve a manha de checar uma coisa dessas?!

Esta lenda urbana (ou não?), além de ter inspirado um filme, possui pelo menos duas variantes dignas de citação. Para o criador deste site, a verdade é completamente diversa: os outros três Beatles é que estavam mortos. Enquanto isso, os jornalistas da revista VIP Edson Aran e Jardel Sebba fizeram outra bombástica descoberta: Caetano Veloso morreu em 1968. Em entrevista concedida a Lúcio Ribeiro, Aran e Sebba revelam toda a história, decifrada a partir de pistas deixadas na capa do álbum Tropicália ou Panis Et Circensis.

Ainda sobre o assunto, não posso deixar de citar a sensacional sincronia entre O Mágico de Oz, filme de 1939 dirigido por Victor Fleming, e Dark Side of the Moon, disco de 1973 gravado pelo Pink Floyd. E digo "sensacional" porque eu mesmo testei essa teoria. Faça o seguinte: coloque o filme no videocassete ou DVD, retire o volume da TV e ponha o álbum para tocar a partir do terceiro rugido que o leão da Metro fizer (ainda nos créditos iniciais de O Mágico de Oz). A quantidade de coincidências entre filme e músicas assusta (cheguei a ficar arrepiado quando fiz essa experiência). Confira a lista completa da ligação "Dark Side of the Oz" aqui (em português) ou aqui (em inglês). É possível, ainda, encomendar neste site um DVD em que O Mágico de Oz já é exibido com sua "trilha sonora alternativa".

Aproveitando o filão, que tal experimentar outras sincronias? Foi o que fizeram ociosos que descobriram supostas coincidências entre Blade Runner (filme de 1982 dirigido por Ridley Scott) e Wish You Were Here (outro álbum do Pink Floyd, de 1975), A Fantástica Fábrica de Chocolates (classicaço da Sessão da Tarde, dirigido por Mel Stuart em 1971) e as músicas do grupo canadense Rush ou Grease (musical de Randal Kleiser, com John Travolta e Olivia Newton-John, de 1978) e Out of Time

Escrito por Inagaki às 16h35
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