Pensar Enlouquece. Pense Nisto.



Breve manifesto pop

Este blog não pretende mudar o mundo ou mover montanhas. Deseja, simplesmente, conversar com o seu leitor da mesma maneira com que entabularia animadamente discussões sobre personagens da TV Pirata, os cinco melhores jingles de todos os tempos (IMHO, ei-los, por ordem de preferência: balas de leite Kid's, tema de natal do Banco Nacional, Café Seleto, Varig e pipoca com Guaraná Antarctica) ou livros de Cortázar em uma mesa de bar. Este blog tampouco ambiciona ser mais culto ou inteligente do que efetivamente é: guarda suas edições empoeiradas das melhores histórias de Carl Barks ao lado das obras completas de Guimarães Rosa em papel-bíblia, assim como sua lata de CDs da Legião Urbana ao lado do último álbum dos Pixies.

Este blog é fascinado pela cultura pop, simplesmente porque é em torno dela que gravita boa parte de nossas conversas com amigos quando não discorremos sobre nossas vidas pessoais. A suposta armação da entrevista do Silvio Santos, as estréias de cinema nesta sexta-feira, a personagem que apanha do marido na novela das oito, a nova capa da Playboy... É inevitável: por mais alienantes que esses assuntos possam ser, o fato é que não escapamos imunes das coisas que emanam da televisão, das bancas de jornais, das telas de cinema, dos fones de ouvido, dos blogs e sites que visitamos.

Sim, este é um blog pop. Que se pretende despretensioso, como aquelas canções que grudam feito chiclete nos ouvidos, falando de sentimentos comuns a todos nós com palavras simples e melodias assobiáveis. Seus posts são escritos ao som das músicas de Roy Orbison, Lennon & McCartney, Thom Yorke, Nando Reis, Jagger & Richards, Cole Porter, Phil Spector, Marvin Gaye, Madonna, Chico Buarque, Burt Bacharach, Joey Ramone, Morrissey & Marr, Ian McCulloch, Brian Wilson, Billie Holiday e Roberto Carlos.

O escriba deste blog, a propósito, não se envergonha de confessar que já foi apaixonado, em ordem cronológica, pela Daphne (da turma do Scubidu), Magri (da turma dos Karas), Virginie (vocalista do Metrô), Molly Ringwald (a Garota de Rosa Schoking) e, é bóbvio, Luciana Vendramini. Feito Charlie Brown, procurou em vão pela sua garotinha ruiva no colegial. Invejou Marty McFly pela oportunidade de voltar no tempo. Quis cantar Twist and Shout no meio da rua assim como Ferris Bueller. Ouviu pela primeira vez Maria Bethânia por intermédio daquele quadro dos Trapalhões em que um Didi travestido interpretava a Terezinha da canção. Tentava imitar (sem sucesso) a risada do Pica-Pau. Gostava de Michael Jackson na época em que ele ainda era negro. E, apesar de ser aparentemente inofensivo, alerta os amigos para o perigo de ser alimentado ou molhado depois da meia-noite.

Este blog, contudo, procura não cair na armadilha da nostalgia, porque sabe que a vida é um rascunho definitivo, e que andar olhando para trás é o pretexto ideal para tomar um tapão nas fuças merecidamente dado por um de seus amigos sacanas. Procura, basicamente, vislumbrar o futuro com olhos otimistas, embora saiba que é preciso manter um viés cínico (no fundo, cênico) a fim de sobreviver em um mundo que não foi talhado para os inocentes.

Este blog não almeja a fama, de resto tão efêmera quanto a carreira artística de um ex-Big Brother. Buscará, sim, divulgar coisas bacanas para pessoas bacanas, sem perder tempo com coisas menores como jogar pedras nos telhados alheios ou cometer posts sobre o que comi no café da manhã.

Finalmente, este blog promete que esta será a última vez em que falará sobre si mesmo na terceira pessoa. Afinal de contas, o blogueiro que vos escreve não é jogador de futebol (mas Internet é uma caixinha de surpresas...).

Escrito por Inagaki às 19h37
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A Biografia Não-Autorizada de... Alexandre Inagaki

Nelson Moraes, o homem da praia, em pose intelectual a la Olívio de Curvello.Para quem ainda não conhece a figura ao lado (flagrado aqui em pose altamente elucubrativa), este é Nelson Moraes, dono da praia mais agitada da blogosfera e criador do Blog de Bolso, manancial virtual reservado a peças literárias da mais fina estirpe.

Mr. Moraes, além de ser o maridão da Dona Cynthia, também tem se destacado ao revelar sua faceta de Ruy Castro, escolhendo a dedo vítim... ops, figuras da bloglândia tupiniquim para serem retratadas na série "Biografias Praianas". Após tecer um bombástico retrato de cumpadi Matusalém Matusca, Nelson acabou de publicar armação da entrevista do Silvio Santos, as estréias de cinema nesta sexta-feira, a personagem que apanha do marido na novela das oito, a nova capa da Playboy... É inevitável: por mais alienantes que esses assuntos possam ser, o fato é que não escapamos imunes das coisas que emanam da televisão, das bancas de jornais, das telas de cinema, dos fones de ouvido, dos blogs e sites que visitamos.

Sim, este é um blog pop. Que se pretende despretensioso, c/praianelson.blogger.com.br" target="_blank">a mais cascateira e divertida biografia que alguém poderia ter criado sobre a vida deste que vos escreve. Eis um aperitivo da peça:

"Pra começo de conversa, a biografia oficial que o dá como paulistano, neto de imigrantes, não procede. Ele nasceu no Japão mesmo, de onde fugiu pra se proteger da Ydefende - uma facção dissidente da máfia Yakuza e que, ao contrário desta, não pune nem corta os dedos. Sua missão é premiar quem é fiel, acrescentando um dedo aos já existentes. O problema sobre onde eles colocam este dedo extra é que fez Inagaki, prudentemente, evadir-se da Terra do Sol Nascente".

Devo confessar, porém, que com exceção de uma e outra inverdade (além de algumas liberdades pra lá de poeticozinhas), Nelson Moraes cometeu um perfil extremamente fiel aos fatos de minha vida (não deixe de conferir o texto na íntegra aqui). Além do que amigo é amigo, certo? Pensando em me poupar de certas revelações vexaminosas, sua biografia omite o período em que sobrevivi vendendo meu corpo a senhoras e senhoritas solitárias sob a alcunha de Kamikaze do Amor (meu slogan era: "venha conhecer a espada deste samurai"). Nelson também se esquivou de descrever a época em que tentei a carreira musical, formando com mais quatro colegas de etnia o grupo Japagode (com o qual gravei sucessos como "Saquê da Paixão" e "De Olhos Bem Puxados"), e os anos em que freqüentei as reuniões dos Mentirosos Anônimos. Fatos, no entanto, que não poderia ocultar dos leitores fiéis deste blog.

Obrigado pela homenagem, cumpadi Nelson (e, sim, pode deixar que eu conversarei com meus manos da Yakuza a respeito daquela taxa de proteção ao quiosque do Mirandinha)!

P.S. 1: o blog dos Virunduns foi citado no caderno de informática do Estado de Minas. Bacana, bacana!

P.S. 2: segunda-feira que vem estarei no Blog'n'Roll, programa da allTV, a partir das 20h. Não sei onde o Enio estava com a cabeça pra me convidar... :)

Escrito por Inagaki às 22h01
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E tudo acaba em pizza

Hoje, 10 de julho, celebra-se em São Paulo o Dia da Pizza. Sim, eu sei que essa efeméride soa a mais uma invencionice de políticos que pouco fazem além de batizar ruas e criar comemorações esdrúxulas. Contudo, o fato é que há um certo sentido em se comemorar uma data do tipo. Fora o lugar-comum de se afirmar que em Sampa as pizzas são melhores até do que na Itália, as estatísticas da cidade são impressionantes: São Paulo possui cerca de 6 mil pizzarias, responsáveis pelo preparo de aproximadamente 43 milhões de discos por mês, que equivalem ao consumo de uma tonelada de massa por dia.

Ao contrário do que se pensa, não foram os italianos os inventores da pizza. Segundo o Guia dos Curiosos, registros históricos apontam que os egípcios foram os primeiros a misturar farinha com água. Babilônios, gregos e hebreus também assavam massas à base da farinha de trigo, arroz ou grão-de-bico em fornos rústicos ou tijolos quentes. Contudo, foram os napolitanos que acrescentaram molho de tomate e orégano à massa. Considerado alimento dos pobres do sul da Itália, esse protótipo de pizza era dobrado no meio e consumido como se fosse um sanduíche. Apenas aqueles com orçamento mais generoso se davam ao luxo de colocar queijo, pedaços de linguiça ou ovos por cima, dando formato definitivo ao prato que conhecemos hoje.

No começo do século XX o disco que nunca sai das paradas aterrissa na América através dos imigrantes italianos, que criam, em 1905, a primeira pizzaria em Nova York. Em São Paulo, a primeira cantina com forno a lenha aparece também em idos do século XX, através das mãos do napolitano Carmino Corvino, que abriu a pioneira Dom Carmenielo no bairro do Brás, tradicional reduto da colônia italiana. Também é no Brás que se localiza a mais antiga pizzaria em atividade da cidade de São Paulo: a Castelões, inaugurada em 1924 (recomendo, a propósito, a pizza Castelões, preparada com mussarela e lingüiça especialmente fornecida para a cantina há 50 anos pelo mesmo vendedor de frios do mercado municipal).

Atualmente existem pizzas para todos os gostos. Com massa fina ou grossa, em formato redondo ou quadrado (especialidade da Pop Pizza, de Belém do Pará), com bordas de gergelim ou catupiry e recheios que vão de carne seca a purê de mandioca, passando por corações de frango, shimeiji e broto de bambu, isso para não falar das pizzas doces (romeu & julieta, brigadeiro, banana doce com canela) e dos cariocas que acrescentam catchup às suas fatias. Mas enfim, o importante é o que importa. Salvação dos inaptos no fogão, mote de congregação das famílias nas noites de domingo, motivo de perdição dos gulosos de plantão: seja como for, a pizza definitivamente merece ser celebrada. Bon appétit a todos!

Em tempo: anúncio publicado na Folha de S. Paulo de hoje afirma que a expressão "tudo acaba em pizza" surgiu na década de 1950, quando a diretoria da Sociedade Esportiva Palmeiras esqueceu, numa pizzaria, as razões de uma esquentada discussão ocorrida momentos antes. Se esse quiproqüó ocorresse hoje, com o alviverde paulista purgando seus erros administrativos na série B do Campeonato Brasileiro, e os ânimos pra lá de acirrados no elenco treinado por Jair "Vicerni", tal expressão provavelmente jamais existiria...

Escrito por Inagaki às 20h39
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Quem já leu alguma história de Luiz Gê, editor da finada revista Circo, não se conforma com sua aparente aposentadoria. Será que ele desistiu em definitivo dos quadrinhos?

Escrito por Inagaki às 23h04
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Blog que é blog um dia sucumbe à tentação de postar uma letra de música. Sigam, pois, a bolinha pulando:

Uma Raiz, Uma Flor
(Wado / Alvinho / Georges Bourdokan)

Não diga que as estrelas estão mortas
Só porque o céu está nublado
Não se iluda, pé que dá fruta
É o que mais leva pedra


Uma raiz é uma flor que despreza a fama

Olha lá vai passar o terceiro mundo
E quem é de rir vai chorar de rir


Em tempo: se você ainda não conhece as músicas de Oswaldo Schlikmann, um jornalista catarinense radicado em Alagoas mais conhecido pelo nome artístico Wado, faça um favor a você mesmo, e cace tudo que você puder desse cara. Depois, desdenhe daqueles descrentes que dizem que a música popular brasileira está morta, baseados no casting da Trama (a gravadora dos nepotistas) ou na pestilenta horda de imitadores de Skank e Charlie Brown Jr. que invade atualmente as FMs.

Experimentações eletrônicas, samplers de Naná Vasconcelos e Banda Black Rio, flautas dispersas aqui, sambão dos bons, funk, baião e soul mais ali: o som de Wado, ao mesmo tempo que remonta à tradição da melhor MPB (Jorge Ben, Novos Baianos, Mutantes), é inventivo, contemporâneo e surpreendentemente pop (fora a qualidade das letras). Gravou dois álbuns, O Manifesto da Arte Periférica (2001) e Cinema Auditivo (2002), que, se não são veiculados pela MTV ou por nossas FMs infestadas de jabá por todos os lados, são acessíveis via Internet ou nas melhores e mais esclarecidas lojas do ramo.

Agumas das prediletas da casa que invadiram meu Winamp sem previsão de saída: A Gaiola do Som ("Escrever é amarrar a palavra no passado/ E a palavra escrita/ É a gaiola do som"), Cenas de um Filme Inglês ("Chocolate em minha xícara/ No caminho dos teus lábios/ O navio anunciando/ Que estamos separados"), A Linha que Cerca o Mar ("Em busca de outros rumos/ Nova realidade/ Na linha que cerca o mar/ É lá onde eu quero estar") e Ossos de Borboleta ("Eu tenho sangue de outro planeta/ Ossos de borboleta/ Amanhã eu morro").

Escrito por Inagaki às 00h45
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Breves recados a la Faustão

- Precedida por incautos como Cesar Miranda, Daniel Lima, Dennis D. , Matusalém Matusca, Bituca, o Psicossodomita e Suzi Hong (só para citar alguns bons exemplos), chegou a vez da morfinética Vanessa Marques ser cooptada pela insensata nau do Blogger Brasil. Que a carga lhe seja leve, Vanessa (sim, você rapidamente compreenderá o que quero dizer com isso).

- Cumpadi Arnaldo Branco foi lobotomizado pelo tal do Amor e acabou sucumbindo aos laços matrimoniais. Como não tenho o e-mail do cara, seu espaço para comentários foi removido por culpa de alguns Samsonites da vida, e o meu orçamento, mais apertado que short de dançarina de axé, não previa a participação em listas de presentes, ficam aqui o meu abraço e os meus parabéns ao casal Arnaldo & Patricia. Juízo, ma non troppo!

- Maria Elisa Guimarães, a mais querida de todas as blogueiras, finalmente está de volta!!! Em tempo: Meg, seu telefonema foi tão súbito que nem deu tempo de te dar um beijo direito, humpf! ;)

- "As canções mais tolas/ Tendo os seus defeitos/ Sabem diagnosticar/ O que vai no peito". (Wado, faça um favor a você mesmo, e cace tudo que você puder desse cara. Depois, desdenhe daqueles descrentes que dizem que hp" target="_blank">Lulu Santos, Satisfação)

Escrito por Inagaki às 23h49
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Clipping

Rui Baptista, articulista do jornal português Público, comenta em sua coluna alguns fatos que chamaram sua atenção durante sua passagem pelo Brasil, como a corrida desenfreada pelas vagas para gari oferecidas pela Prefeitura do Rio, os programas da Igreja Universal do Reino de Deus exibidos pela Record e o novo livro de Luis Fernando Veríssimo. Ao passear pela Praia da Boa Viagem, no Recife, se depara com dois homens que remexem as vísceras de um tubarão capturado, em busca dos possíveis restos mortais de um garoto que desaparecera pelas imediações.

Vale a pena transcrever a reação de Baptista ao encontrar um singelo anúncio da rede de fast food Habib's: "Desta vez o tubarão tem a barriga vazia, para meu grande alívio. Um autocarro arranca cheio de turistas, cansados do espectáculo do bicho esventrado. Na parte de trás, o autocarro tem um anúncio de pastéis de nata que reza assim: 'O pastel é português, o preço é piada!' Começo a sentir alguma simpatia pelo tubarão...".

* * *

Reportagem de Elisabeth Orsini para O Globo delineia o perfil de Viviane Mosé: "a filósofa, psicanalista, poetisa e atriz (...) atrai um séquito de admiradores com vibrantes cursos particulares de filosofia. Os alunos se comovem, vão às lágrimas, batem palmas e geram tiradas como esta: 'Nietzsche é legal, mas bom mesmo é Nietzsche by Viviane Mosé'".

Ms. Mosé deve ser boa mesmo. Uma de suas alunas, a artista plástica Bebel Franco, costumava vomitar (é isso mesmo) após cada palestra. Afirma Bebel: "Não era um vômito ruim, era bom, eu botava tudo para fora. As aulas mexiam demais comigo". Uau, isso é o que eu chamo de bulimia filosófica! Mas tem mais: alguns alunos costumam chorar durante o curso. Diante de tais reações, conforme descreve a matéria, "Viviane recita um poema seu sobre a lágrima, sobre como é bom que ela derreta 'para não virar pedrinha'. Ao final do poema, alguns alunos não resistem e batem palmas". Cáspite! Particularmente, prefiro remeter à metáfora de Paulinho da Viola: "lágrimas são as pedras preciosas da ilusão". Mas enfim, aos curiosos em conhecer melhor a obra poética de Viviane, recomendo um clique no link para a sua Receita Pra Lavar Palavra Suja. Como comentário final, parafraseio o filósofo alemão: tudo isso é humano, demasiado humano...

* * *

Aos incautos que nunca ouviram os funks (sic) de MC Serginho, peço licença (e perdão) para transcrever um trecho de sua canção (sic) "Vai Serginho":

Vou lamber sua barriga
Te fazer muito carinho
Mas o que eu quero mesmo
É morder o seu grelinho
Abre as pernas, faz beicinho
Vou morder o seu grelinho

Vai Serginho
Vai Serginho

Abre a boca
Não se espanta
Vou gozar na sua garganta

Não Serginho
Não Serginho


A transcrição dos versos (sic) acima tornou-se necessária a fim de contextualizar a sensacional declaração dada por MC Serginho para a revista Crocodilo deste mês, que afirma: "'Vai Serginho' é uma declaração de amor. Eu fiz depois de uma relação sexual. Fala do amor que todo mundo quer viver, com tesão". Ok, até concordo com a parte do tesão. De resto, só tenho uma coisa a dizer a respeito da declaração deste que é o intérprete de outra pérola inefável da MPB, a Egüinha Pocotó: Amor, quantos crimes ainda serão cometidos em Teu nome?

* * *

Pérolas da semana:

"Estava me sentindo só entre tanta gente feia, mas agora o time terá dois jogadores bonitos".
(ROBERTO CARLOS, lateral do Real Madrid, comentando a contratação de David Beckham, top fodel e jogador de futebol nas horas vagas, sua equipe)

"O lábio tem mais neurônios ligados ao lábio do que qualquer outra parte do corpo. Por isso adoro beijar!"
(LUCIANO HUCK, apresentador de TV, sósia do Rogério Ceni e biólogo bissexto, destilando outra de suas inolvidáveis gotas de sabedoria)

"Caralhadas no decorrer das fodas apimentam um acto que parecia não poder ser mais apimentado. Já me foram ditas frases memoráveis durante o esconde-a-morcela. 'Enfia-me isso até ao gasganete' é uma das que recordo com particular saudade. 'Vai, escancara-me o pipi' é incentivo que me toca sempre fundo. E 'Fode! Fode! Fode!' é repetitivo e razoavelmente denotativo, mas nunca cansa".
(MEU PIPI, alcunha sob a qual se oculta o (ir)responsável pelo blog lusitano mais chulo e divertido da atualidade, em eloqüente argumentação a favor do "dirty talk" durante o sexo)

Escrito por Inagaki às 01h29
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